Seja muito bem vindo ao meu blog!

Postado em Atualizado em

10960002_406870096150873_4999386944776505594_o

Após escrever diariamente sobre o cotidiano e as emoções, nas minhas páginas MARIA ELÉTRICA e AMANTES DA VIDA E DA BOA LEITURA, no Facebook, nas quais interajo com leitores de várias partes do mundo, resolvi nadar em outras águas e alcançar outros cardumes com as minhas palavras, criando esse blog fora da rede.

Que a minha melhor energia encontre o melhor da sua, enquanto estivermos navegando por aqui!

Beijos felizes,

Ceiça Schettini

Anúncios

EU ME LEMBRAREI MUITO BEM DE VOCÊ, CAUBY!

Postado em Atualizado em

Durante muito tempo da minha vida, tive uma vinheta de apresentação, pois, ao pronunciar o meu nome, invariavelmente, aparecia alguém disposto a evocar Cauby e cantar a primeira frase do seu grande sucesso. Era batata! Eu podia esperar, que ia surgir uma voz cantante complementando: “eu me lembro muito beeeem…”
O meu amigo e ex colega de trabalho Marco Eugênio fazia melhor, cantava, diariamente e várias vezes por dia, toda a primeira estrofe, sempre que nos encontrávamos nos corredores do banco onde trabalhávamos. Confesso que cheguei a pegar birra da tal música. Santa falta de originalidade, Batman! Por que não falam outra coisa? A sorte é que gosto muito de Marquinho! Do contrário… Ao trocar de emprego e de cidade, ufa, respirei aliviada! A vinheta seria finalmente deixada pra trás!
Intrigante mesmo foi perceber o meu incontrolável desejo de assistir a um show de Cauby, já tendo me livrado daquele CD arranhado. É verdade que foi numa casa de shows a algumas quadras da minha casa. Mas o que realmente me motivou foi o fato de poder ouvir, ao vivo e em alta definição, da voz que a eternizou, a tal canção, que, por anos, me perseguiu. Comprei o ingresso e fiz questão de me sentar na primeira fileira, numa mesa de frente para o palco, um tablado baixinho, de onde eu pude ver e ouvir cada detalhe com a máxima intimidade.
Pontualíssimo e extremamente profissional, lá estava ele de bem cortado terno branco e inconfundíveis cabelos cacheados. Numa das mãos, bastante jovens para a sua idade, por sinal, um lindo anel se destacava pelo brilho e beleza.
Não perdeu tempo conversando nem fazendo firulas. Afinadíssimo, cantou um sucesso atrás do outro, num fôlego invejável para qualquer jovem artista. Lá pelas tantas, num gesto de profunda humildade, pediu desculpas por estar cantando sentado, posto que estava convalecendo de algo, ao tempo que explicou que treinava o canto, disciplinada e diariamente, por puro respeito ao seu público, que merecia assistir sempre o seu melhor. Dito isso, retomou o que sabia fazer como ninguém: cantar magistralmente.
Durante toda a noite, ansiosa, imaginei um acorde triunfal para a tal música, afinal tinha ido assisti-lo por isso, mas Cauby me surpreendeu mais uma vez: Emendou um dos seus maiores sucessos ao cantado antes, sem nenhum alarde. Ao contrário de uma mulher, também sentada na primeira fileira, que correu saltitante para abraçá-lo, não sem antes lhe entregar uma rosa vermelha, visivelmente emocionada. Pelo seu grau de efusividade, logo conclui: Era outra Conceição, detentora de vinheta de apresentação!
Saí daquela noite completamente fascinada por aquele homem, que, ainda que já houvesse alcançado o ponto máximo de sua carreira, há algumas décadas atrás, conseguia manter o público, de variadas idades, extasiado diante do seu enorme carisma e talento. Pra mim, ficou pra sempre guardado o exemplo de que uma carreira brilhante não se faz só de luzes, mas de muita disciplina, esforço e persistência, quando as luzes se apagam e ninguém está nos olhando.
Nesta madrugada de segunda, o mundo perdeu a presença física de um dos nossos artistas mais completos. Por mais piegas que possa parecer, penso que o céu ganhou mais um astro de primeira grandeza. Obrigada por me embalar com a sua maravilhosa voz e o seu inspirador exemplo, Cauby! Que os seus caminhos em outro plano sejam tão luminosos, quanto foi por aqui! Nasci bem depois de você já fazer sucesso, mas me sinto honrada por ter uma vinheta de apresentação, eternizada por você! Os palcos não serão os mesmos sem a sua voz, tampouco qualquer Conceição, que venha a nascer, daqui em diante, sem a presença luxuosa de Cauby Peixoto.
Ceiça Schettini

CAUBY, EU ME LEMBRO MUITO BEM!

Postado em Atualizado em

Durante muito tempo da minha vida, tive uma vinheta de apresentação, pois, ao pronunciar o meu nome, invariavelmente, aparecia alguém disposto a evocar Cauby e cantar a primeira frase do seu grande sucesso. Era batata! Eu podia esperar, que ia surgir uma voz cantante complementando: “eu me lembro muito beeeem…”
O meu amigo e ex colega de trabalho Marco Eugênio fazia melhor, cantava, diariamente e várias vezes por dia, toda a primeira estrofe, sempre que nos encontrávamos nos corredores do banco onde trabalhávamos. Confesso que cheguei a pegar birra da tal música. Santa falta de originalidade, Batman! Por que não falam outra coisa? A sorte é que gosto muito de Marquinho! Do contrário… Ao trocar de emprego e de cidade, ufa, respirei aliviada! A vinheta seria finalmente deixada pra trás!
Intrigante mesmo foi perceber o meu incontrolável desejo de assistir a um show de Cauby, já tendo me livrado daquele CD arranhado. É verdade que foi numa casa de shows a algumas quadras da minha casa. Mas o que realmente me motivou foi o fato de poder ouvir, ao vivo e em alta definição, da voz que a eternizou, a tal canção, que, por anos, me perseguiu. Comprei o ingresso e fiz questão de me sentar na primeira fileira, numa mesa de frente para o palco, um tablado baixinho, de onde eu pude ver e ouvir cada detalhe com a máxima intimidade.
Pontualíssimo e extremamente profissional, lá estava ele de bem cortado terno branco e inconfundíveis cabelos cacheados. Numa das mãos, bastante jovens para a sua idade, por sinal, um lindo anel se destacava pelo brilho e beleza.
Não perdeu tempo conversando nem fazendo firulas. Afinadíssimo, cantou um sucesso atrás do outro, num fôlego invejável para qualquer jovem artista. Lá pelas tantas, num gesto de profunda humildade, pediu desculpas por estar cantando sentado, posto que estava convalecendo de algo, ao tempo que explicou que treinava o canto, disciplinada e diariamente, por puro respeito ao seu público, que merecia assistir sempre o seu melhor. Dito isso, retomou o que sabia fazer como ninguém: cantar magistralmente.
Durante toda a noite, ansiosa, imaginei um acorde triunfal para a tal música, afinal tinha ido assisti-lo por isso, mas Cauby me surpreendeu mais uma vez: Emendou um dos seus maiores sucessos ao cantado antes, sem nenhum alarde. Ao contrário de uma mulher, também sentada na primeira fileira, que correu saltitante para abraçá-lo, não sem antes lhe entregar uma rosa vermelha, visivelmente emocionada. Pelo seu grau de efusividade, logo conclui: Era outra Conceição, detentora de vinheta de apresentação!
Saí daquela noite completamente fascinada por aquele homem, que, ainda que já houvesse alcançado o ponto máximo de sua carreira, há algumas décadas atrás, conseguia manter o público, de variadas idades, extasiado diante do seu enorme carisma e talento. Pra mim, ficou pra sempre guardado o exemplo de que uma carreira brilhante não se faz só de luzes, mas de muita disciplina, esforço e persistência, quando as luzes se apagam e ninguém está nos olhando.
Nesta madrugada de segunda, o mundo perdeu a presença física de um dos nossos artistas mais completos. Por mais piegas que possa parecer, penso que o céu ganhou mais um astro de primeira grandeza. Obrigada por me embalar com a sua maravilhosa voz e o seu inspirador exemplo, Cauby! Que os seus caminhos em outro plano sejam tão luminosos, quanto foi por aqui! Nasci bem depois de você já fazer sucesso, mas me sinto honrada por ter uma vinheta de apresentação, eternizada por você! Os palcos não serão os mesmos sem a sua voz, tampouco qualquer Conceição, que venha a nascer, daqui em diante, sem a presença luxuosa de Cauby.
Ceiça Schettini

MANTRAS DE MÃE

Postado em

Bom dia!!! Já escovou os dentes? Você vai se atrasar! Faça a sua cama! Coma alguma coisa antes de sair! Leva o casaco que vai fazer frio! Boa prova! Bom trabalho! Vá com Deus! Boa viagem! Ligue quando chegar lá! Está gostando do lugar? Estou feliz por você! Respire fundo! Que bom que você veio almoçar! Põe mais um bocadinho de feijão no prato! Fiz a sua sobremesa predileta! Não deu trabalho não! Guardei esse último pedacinho pra você! Toma um chazinho que melhora!
Não senta com a coluna torta! Lave as mãos antes de almoçar! Rezei por você! Vai melhorar! Estou tircendo por você! Vou lhe fazer um cafuné! Eu não queria lhe sufocar. Põe essa compressa de água quente. Eu me preocupo com você! Fala quem disse isso pra você que eu vou lá agora! Vou fazer um ovinho mexido pra você! Mexeu com filho meu, viro uma onça! Vai que eu fico daqui olhando… Tenho uma caixinha com todos os bilhetes, que você me deu! Olha o seu primeiro dentinho! Essa aqui é a sua primeira mecha de cabelo cortado! Guardei a sua primeira chupeta! Aqui você tinha cinco anos… Você adorava ficar agarrado no comigo! Estou com muitas saudades! Dança de novo pra mamãe ver! Você está lindo!!! Estou orgulhosa de ser sua mãe! Não precisava! Compra presente não! Só quero um abraço bem apertado! Vem aqui me dar um beijo bem gostoso! Se eu pudesse, engolia vocês de novo pra proteger dentro da minha barriga! Só quero que você seja bem feliz! Reze antes de dormir! Espero ser uma boa mãe pra você! Durma bem! Deus lhe abençoe hoje e sempre! Eu te amo! Beijos, Mamãe ❤
Ceiça Schettini

OH! SOPA CRUEL!

Postado em

Em se tratando de pais normais, todos educam os seus filhos, achando que os estão preparando da melhor forma possível para a vida.

Hoje, isto é claro e cristalino para mim, mas quando eu era obrigada a tomar creme de abacate de manhã e sopas à noite, não era bem assim. O sr. Antonio Carlos, meu pai, não abria mão de nos ver bem alimentadas, ainda que fôssemos magricelas por natural biotipo. Bons tempos aqueles, em que podíamos comer um boi e permancer com corpinho de agulha! Lembro de ter primos gordinhos, que adoravam nos fazer de sacos de pancadas e chacotas por conta de sermos magrinhas. Tudo bem que fizeram cirurgia bariátrica na idade adulta, mas este é pano pra outra manga…

O tal momento da sopa era de absoluto martírio pra mim. Mesmo criança, não conseguia entender aquela fixação de meus pais em servirem sopa quente para as suas quatro filhas, todas as noites, no clima quente/escaldante/úmido/tropical de Salvador! Sempre estudamos pela manhã, “porque acordar cedo fazia o dia render melhor”. À tarde, fazíamos as lições de casa e, como crianças de apartamento, podíamos brincar em casa com amiguinhas ou assistir a desenhos animados. Até aí, o dia corria bem. Quando o céu escuro mandava a tarde embora, ia se aproximando a hora de sentarmos todos à mesa para o jantar. Era chegado então o momento das lágrimas! Diante dos meus sempre vivos olhinhos, lá estavam, todas as noites, dois pratos, um fundo sobre um raso e uma colher de… Sopa! Sopa Minestrone (argh), Juliana (quem inventou isso?), de aspargos, de feijão (a única que de, alguma forma, se salvava), de abóbora (argh), canja (prato de doente)!!!! Todas as noites, eu tentava negociar com meu pai:

– Posso não tomar sopa hoje?

– Não.

– Só hoje!

– Não.

– Por favor! Amanhã, eu tomo dois pratos.

– Não. Hoje, você toma um prato e, amanhã, se quiser, toma dois. Eu deixo!

– Mas…

– Tome a sopa e não discuta!

À esta altura, as lágrimas, invariavelmente, já rolavam bochechas abaixo como queda de cachoeira… Chorava baixinho, com olhos em súplica para o meu pai, sentado na cabeceira da mesa. Sonhava acordada com o momento de ser alçada daquela tortura por um ato de piedade dele. De tanto chorar, ficava com o nariz congestionado e os olhos vermelhos, mas o meu pai, do alto de sua posição patriarcal, mantinha-se impassível.

– Pare de chorar e tome a sopa! Não adianta chorar, pois as lágrimas só aumentam o volume do prato.

Enquanto eu chorava, o clima esquentava, a sopa esfriava e a birra aumentava. À medida que fui crescendo, acrescentei ao meu discurso uma frase:

– Na minha casa, não vai ter sopa!

– Na sua casa. Na minha, você vai tomar todos os dias.

Hoje, casada há décadas e mãe de duas moças, a quem dei sopinhas de variados sabores, quando crianças, alegando serem “uma deliciosa maravilha para a saúde, entendo perfeitamente que o meu pai só queria o melhor para mim, ainda que tudo aquilo me fosse torturante, mas o método utilizado não funcionou da melhor forma. Sorry, pai! Morando em São Paulo há quase treze anos, onde, no inverno, se realizam vários festivais de sopas, todo ano me prometo ir a algum, talvez para dar o braço a torcer de que existam algumas sopas realmente deliciosas, talvez apenas para me reconciliar com o meu passado… Seja o que for, tenho que admitir que se for sopa de queijo, creme de cebola ou capelletti in brodo, eu nado de braçada no prato. É, pai… Seu esforço não foi de todo em vão.

Ceiça Schettini

SOBRE A SOMBRA DO AMOR, QUE NOS FAZ FLORESCER ❤

Postado em

No início, a gente é só sementinha…
Aí, regados com amor e cuidados, fortalecemos as nossas raízes e, aos poucos, engrossamos o caule e nos enchemos com a boniteza das folhas, procurando a nossa melhor posição ao Sol para florescer…
E o tempo passa tão rápido, que, num virar de cabeça, eis que somos árvores adultas, aptas a dar origem a outras árvores e florestas, algumas através dos seus próprios frutos, outras, da sua sombra doada a frutos alheios. A natureza é mesmo muito diversa. Nem todas as árvores darão frutos e nem mesmo as que assim o fizerem, serão necessariamente capazes de dar sombra aos frutos por ela gerados…
Com o tempo, concluímos que, assim como nas fazendas de cacau, nas quais são plantadas bananeiras apenas para dar sombra aos cacaueiros e lhes proporcionar melhores frutos, mais importante do que simplesmente poder gerar frutos é a nossa capacidade de dar sombra e fazer sementes florescerem, alimentadas pelo nosso amor e cuidados, a ponto de se sentirem aptas a gerar novas florestas. Afinal, sejamos nós mandacarus ou cajueiros, não importa de onde veio a sombra, que nos fez aflorar o amor.
Essencial mesmo é sermos capazes de fazer o amor florescer, indistintamente, expandindo-o florestas afora, pois o mundo é bem melhor, quando isso acontece.
Ceiça Schettini

SEPARANDO A FELICIDADE DAS CLARAS EM NEVE

Postado em

Não existe receita de felicidade.
Calma! Eu não disse que não existe felicidade, somente a receita para alcançá-la. Acredite: Aceitar esse fato facilita a nossa caminhada pra ser feliz. Eu sei… Tem muita gente vendendo essa receita por aí, mas nem tudo que está à venda é para ser comprado, concorda comigo?
Quem me acompanha sabe que sou apenas uma atenta observadora da alma humana e escrevo sobre as emoções sob a minha ótica pessoal. E, depois de muito observar, pude concluir que, ainda que a felicidade seja algo, que todo mundo deseje e a maioria das pessoas busque, ela é uma escolha pessoal, diária e intransferível. Então, como cada pessoa é única na sua personalidade e bagagem de vivências, o que é felicidade pra um, não é necessariamente felicidade pra outro, assim, não existe receita, que valha para todos.
Como apaixonada pela vida, por gente e por palavras, gosto de decifrar as emoções, que vivencio e percebo à minha volta, transportando tudo isto para os meus escritos. Procuro escrever, deixando sempre a minha marca, nem certa nem errada, apenas a minha forma feliz de encarar a vida. Seria mesmo uma tentação escrever as tais receitas, mas, como não acredito nelas, isto não funciona pra mim.
Numa dessas descobertas, que a gente faz no caminhar, descobri que adoro cozinhar, mas daí a escrever receitas de felicidade, há uma distância abismal. Como cozinheira, cozinho e como escritora, escrevo. Receitas de felicidade, entretanto, me cheiram a receitas de bolo e essas me remetem à livros de culinária e não acho que emoções tenham a ver com claras em neve ou fórmulas prontas.
Esqueça as fórmulas milagrosas. Definitivamente, felicidade não cai no colo, exige paciência, esforço e dedicação permanente, dá muito trabalho, muitas vezes nos custa lágrimas e tem que ser construida todos os dias, mas o resultado final é maravilhoso. Simples assim.
Ceiça Schettini

QUERIDO XICO SÁ

Postado em

Querido Xico,

Que prazer foi encontrar com você! Não sou dada a tietagem vazia de celebridades. O que me atrai de verdade é conhecer ao vivo algumas pessoas às quais admiro pela forma com a qual se expressam para o mundo e você faz parte desse universo. Depois de tanto ver você e ouvir compartilhar as suas ideias, das mais variadas formas, só me restou admirar todo o seu talento, sensibilidade, autenticidade e inegável carisma.

Por diversas vezes, imaginei o dia em que poderia encontrá-lo ao vivo e lhe dizer tudo isso. Tentei participar do seu bate-papo com Martha Medeiros, na Bienal do livro de Minas, mas não deu porque ainda não consegui estar em dois lugares ao mesmo tempo e, como autora de dois livros, estava interagindo alegremente com os meus leitores, naquele mesmo horário. Qual não foi a minha surpresa, ao vê-lo passar soltinho na marola e tão pertinho de mim, como um delicioso presente do acaso. Se eu tivesse arquitetado algo, não teria dado tão certo.

Agradeço a você pelo carinho com que recebeu o meu livro e a simplicidade com que bateu papo e tirou foto comigo, o que só fez crescer, exponencialmente, a minha admiração por você. Usando a sua forma de se expressar, quero aqui registrar: você não é o cara, é o cabra! O cabra, que inspira pessoas, sendo exatamente do jeito que é.

Beijos felizes,

Ceiça Schettini